No dia 12 de setembro de 2026, sábado, às 11 horas, o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (Gávea) inaugurou a exposição Através das Oliveiras, primeira individual da artista Asmahen Jaloul com curadoria de Rubens Takanime e texto de Aycha Sleiman.
Reunindo obras que apresentam sua trajetória mais recente - durante pinturas e um vídeo inédito - a artista celebra o diálogo entre as memórias cotidianas da infância, vividas na Baixada Fluminense, e as memórias da diáspora libanesa que adquire cor e vibração por meio de paisagens, cômodos, jardins e presenças, como a do próprio avô.
A Pesquisa de Asmahen Jaloul tem como ponto de partida o acervo de fotografias da família. Ao transpor esses registros (entre linguagens artísticas) e de narração.
Surgem, junto dessas micronarrativas, alguns elementos simbólicos como a oliveira, capazes de condenar o sentimento comum de preenchimento.
Originária da região mediterrânea, a oliveira é considerada uma das árvores cultivadas mais antiga do mundo, sendo símbolo de prosperidade e de longevidade. A artista então se inspira na imagem de seu trio entre as folhagens da oliveira para vislumbrar uma janela ou festa na qual o instante parece mais acolhedor.
Sabemos que essa memória não é perfeita. Ela se constitui de camadas de interpretação, vestígios e fragmentos daquilo que experenciamos, daquilo que nos contam, daquilo que sonhamos. Como boa observadora, Asmahen Jaloul perambula pela cidade a encontrar objetos e materiais em uso, tais como molduras de janelas e portas abandonadas, a fim de incorporá-los em suas obras.
Uma pintura nunca é só uma pintura. Do mesmo modo que a memória nunca é apenas o vislumbre do passado. Quando a angústia aperta e o arquivo não dá conta de responder a uma pergunta ou sanar uma saudade, como seguir adiante?
Jaloul abraça os elementos encontrados e estabelece com eles um convívio. Nesse exercício de fabulação crítica, a esquadria de uma janela encontrada em Nova Iguaçu pode se transformar em festa para a antiga casa de seus avós no Líbano.
Fonte: Secretária Municipal de Cultura da Prefeitura da do Rio de Janeiro
Quero agradecer, a todos que acompanham o Blogger: viagenspelobrasilerio.blogspot.com por mais de 3.000.000 de visualizações. O meu muito obrigado Luiz Gomes.





























I am pleased we are now looking at the artist celebrating the dialogue between the everyday memories of childhood and the memories of the Lebanese diaspora that acquires colour and vibrancy through rooms and gardens. Good on you!
ResponderExcluirYou are welcome, Luiz! I do enjoy your blog so much. Blessings!
ResponderExcluirUna mostra suggestiva che intreccia memoria familiare, radici culturali e identità, trasformando ricordi e oggetti in testimonianze di grande valore emotivo.
ResponderExcluirL’ulivo diventa simbolo di continuità e appartenenza, un ponte prezioso tra passato e presente.
Buona giornata
My friend, congratulations on such a high number of visits to your blog!!!
ResponderExcluirLuiz, greetings to you :)
Luiz, qué magnífico broche final para esta visita al Museo de la Ciudad de Río de Janeiro. Me ha parecido especialmente interesante cómo la exposición de Asmahen Jaloul enlaza la memoria familiar, la emigración y los objetos cotidianos para construir un relato lleno de identidad y emoción.
ResponderExcluirLa figura del olivo como símbolo de raíces, continuidad y pertenencia aporta una hermosa dimensión humana a la muestra. Al final, los recuerdos nunca son fotografías inmóviles, sino fragmentos de vida que reconstruimos una y otra vez con la ayuda de la memoria, los afectos y la imaginación.
Gracias por compartir este recorrido tan enriquecedor por la cultura y la historia de Río de Janeiro.
Un fuerte abrazo, amigo Luiz.
Un artista cuya obra tanto en pintura como escultura es muy variada tanto en estilos como en materiales usados.
ResponderExcluirSaludos.
gostei muito das coloridas do começo. beijos, pedrita
ResponderExcluirGood Friday morning, Luiz! There are many wonderful museums in Brazil!
ResponderExcluirI also like the colourful paintings at the beginning, Luiz!
ResponderExcluirNão sabia que as oliveiras são símbolos da prosperidade e longevidade. Gostei de saber.
ResponderExcluirAbraço
Os quadros são lindíssimos.
ResponderExcluirAbraço, bfds
Gran museo y bello colorido el de esta exposición.
ResponderExcluirFelicidades por tus visitas Luiz.
Un abrazo y feliz viernes
Que cuadros más vistosos con esos colores tan alegres. Me parece especialmente interesante ese diálogo entre dos memorias: la infancia vivida en Brasil y las raíces familiares libanesas. Al final, los recuerdos que heredamos de quienes nos precedieron también terminan formando parte de nuestra propia identidad, aunque pertenezcan a lugares y tiempos que no hemos vivido directamente. Y qué bonito que la pintura sirva para tender ese puente entre ambos mundos. Un abrazo.
ResponderExcluirInteressante e fantástica exposição.
ResponderExcluirObrigado por dar a conhecer.
Bom fim de semana
Um grande abraço
¡Qué bonito cierre para esta serie de visitas al Museu da Cidade do Rio de Janeiro! Me ha parecido especialmente interesante la exposición de Asmahen Jaloul y la conexión que establece entre sus recuerdos de infancia en Brasil y sus raíces familiares libanesas. Me encanta cómo el arte puede unir culturas, generaciones y recuerdos, transmitiendo historias tan personales y llenas de significado. ¡Gracias por compartir este recorrido cultural y acercarnos un poquito más al arte de Río de Janeiro!
ResponderExcluirSaludos
ResponderExcluirThe sculptures are particularly interesting. Overall, a very diverse range of art.
Luiz, I wish you a wonderful weekend.