"Quebrou com tempo o tempo. Como se o tempo é capaz de quebrar
?" Obras frágeis fazem parte da exposição individual "Se foi, tempo" da artista plástica Mary Dutra, que, desde o início da pandemia, começou a escrever textos sobre o tempo em máquina de escrever, se encontra no Centro Cultural dos Correios no Centro da Cidade do Rio de Janeiro.
A mostra é dividida em três seções "Ficou ao tempo", "Passou o tempo", e O sentido do tempo é a desordem. Quanto falta a quebrar? Pinturas, instalações, objetos, vídeos, sons e textos criam uma atmosfera imersiva e reflexiva sobre como lidamos com o nosso tempo.
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