sábado, 12 de junho de 2021

Mary Dutra. Rio de Janeiro RJ.

"Quebrou com tempo o tempo. Como se o tempo é capaz de quebrar?" Obras frágeis fazem parte da exposição individual "Se foi, tempo" da artista plástica Mary Dutra, que, desde o início da pandemia, começou a escrever textos sobre o tempo em máquina de escrever, se encontra no Centro Cultural dos Correios no Centro da Cidade do Rio de Janeiro.





























A mostra é dividida em três seções "Ficou ao tempo", "Passou o tempo", e O sentido do tempo é a desordem. Quanto falta a quebrar? Pinturas, instalações, objetos, vídeos, sons e textos criam uma atmosfera imersiva e reflexiva sobre como lidamos com o nosso tempo.

https://dasartes.com.br/agenda/mary-dutra-centro-cultural-correios/

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Isabella Pedreschi. Rio de Janeiro RJ.

Isabella Pedreschi é uma designer autodidata, encontrou nas artes visuais e no designer gráfico o caminho para expressar o seu ponto de vista cultural. Mais sentia que faltava alguma coisa, a necessidade de romper as barreiras do computador e ser livre. De sentir o cheiro da tinta.





















Fez vários cursos de pintura, oficinas e aulas, tanto de história da arte como de teorias das cores do mestre José Maria Dias da Cruz, além de ter participado de várias exposições, que lhe permitiam expressar seu ponto de vista e sua arte. (Fonte: Manuela Titoto, autora do livro "Matéria-prima")
A Exposição Reverbério - aquilo que reverbera, se encontra no Centro Cultural dos Correios, no Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Ilca Barcellos. Rio de Janeiro RJ.

A artista Ilca Barcellos, nasceu na cidade de Pelotas,  Rio Grande do Sul em 1955, vive e trabalha atualmente em Florianópolis Santa Catarina, graduada em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Santa Catarina e  formada em Mestre pela Biologie Vegétale - Université Pierre et Marie Curie, Paris França.
















Squartters é a sua exposição mais atual, no Centro Cultural dos Correios no Centro da Cidade do Rio de Janeiro, o termo "Squatt" significa, em inglês, o ato de ocupar os espaços sem o uso por pessoas que não tem moradias - os "Squatters" (posseiros) - e também aqueles que os utilizam em suas manifestações artísticas. Trata-se de um conjunto de seres fictícios - esculturas em cerâmica e espuma expansiva - mimetizados e camuflados entre elementos da flora natural.