A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.
Raro na natureza e presente tanto no céu e no mar, o azul aparece como um território simbólico onde se cruzam a espiritualidade, ancestralidade e imaginação.
Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






















































