domingo, 31 de maio de 2026

Paisagens da minha vida. Rio de Janeiro RJ.

    Minha jornada artística começou há 52 anos, impulsionada por um momento de puro acaso que mudou minha vida para sempre, Liamar Schmidt.











   Durante uma visita a uma amiga, vi sua filha desenhando em uma tela. Foi como se uma luz se acendesse dentro de mim - percebi que eu poderia criar arte. Mas meu coração já sabia o que queria: pintar paisagens.

   Fonte: Centro Cultural da Justiça Federal.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Aruane Garzedin. Rio de Janeiro RJ.

    Aruane Garzedin (cujo nome de nascimento é Maria Aruane Santos Garzedin) é renomada artista visual, arquiteta, paisagista, escritora e professora universitária natural de Salvador Bahia.











   Ela é amplamente conhecida por seu trabalho que cruza arte e o espaço urbano.











   Além das artes plásticas, escreve crônicas e poemas, tendo publicado seu livro de contos pelo Selo Literário João Ubaldo Ribeiro em 2022.

   Fonte: IA do Google

terça-feira, 26 de maio de 2026

Liane Roditi. Rio de Janeiro RJ.

    A força da obra de Liane Roditi encontra-se em desdobramento, no movimento, no transformação. São delicadezas que revelam a tensão existente entre desgaste e permanência, continuidade e finitude.










   Em seus trabalhos, atravessados pelo simbólico, a artista inscreve questões acumuladas ao longo da vida, mas também a beleza do encontrada em fragmentos do cotidiano.










domingo, 24 de maio de 2026

Rodrigo Pedrosa. Rio de Janeiro RJ.

    "Numa época em que as promessas da Era Moderna acham-se esfaceladas como um punhado das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, termos literais e metafóricos, das ruínas da modernidade, surge uma pergunta fundamental para a história da cultura: o que molda nosso imaginário das ruínas no início do século XXI e como isso se desenvolveu historicamente?" Andras Huyssem







   Mãos, braços, olhos e rostos, fragmentos de uma humanidade dilacerada. Esse é o território onde atua Rodrigo Pedrosa, essa é a sua figuração, fantástica que ele oferece ao olhar incrédulo e assustado.







   Sem temor o medo, assumindo as dores e as chegas do corpo humano, tudo aqui relata histórias de violência e agressão.







   Não a tempo para utopias, nem organizações espaciais que aludem ao mundo geometrizado e ordeiro, nostalgias de um tempo passado de uma humanidade que acreditava ser feliz.







   Para o artista, o processo criativo é um caldeirão fervente de lendas, mistérios e escombros, matérias sólidas e incandescentes.

   Fonte: Rodrigo Pedrosa