sábado, 7 de março de 2026

Tarde do Fauno Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição individual "Tarde do Fauno", do artista Arthur Chaves, está em cartaz na Casa Brasil (Antiga Casa França-Brasil) no Rio de Janeiro até 15 de março de 2026.











   A mostra apresenta instalações inéditas com materiais têxteis, plásticos e dejetos industriais, explorando relações entre corpo, matéria e movimento.











   O edifício histórico da Rua Visconde de Itaboraí, no centro do Rio de Janeiro, inicia uma nova trajetória.











   Rebatizado como Casa Brasil, o espaço abandona a antiga monenclatura associada à Maison de France e assume definitivamente a brasilidade como eixo conceitual, simbólico e cultural.






   A mudança não é apenas nominal. Ela marca um reposicionamento profundo, que envolve nova identidade visual, reformulação programática, ampliação de acesso e a consolidação de um patrocínio estratégico: a Petrobras passa a ser patrocinadora oficial do equipamento, por meio do Programa Petrobras Cultural.

   Fontes: https://dasartes.com

quinta-feira, 5 de março de 2026

Acolher Parte III Final. Niterói RJ.

    O Museu Janete Costa de Arte Popular recebe em Niterói, a exposição "ACOLHER".







   Com curadoria de e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz até 29 de março de 2026.






   Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos.







   Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes que atravessam gerações.






   Cada peça revela a marca das mãos que moldaram e a herança de quem ensinou o ofício.






   No barro, na fibra, na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas da América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para preservar, preservar para celebrar.






   A arte popular latino-americana é feita de desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós.

   Jorge G. Mendes 
Curador