domingo, 8 de março de 2026

Dia Internacional da Mulher.

    Bom dia, quero parabenizar, todas as seguidoras do Blogger, pelo Dia Internacional da Mulher. 











Imagens da Internet. 

   Grande abraço do amigo de vocês, Luiz Gomes.

sábado, 7 de março de 2026

Tarde do Fauno Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição individual "Tarde do Fauno", do artista Arthur Chaves, está em cartaz na Casa Brasil (Antiga Casa França-Brasil) no Rio de Janeiro até 15 de março de 2026.











   A mostra apresenta instalações inéditas com materiais têxteis, plásticos e dejetos industriais, explorando relações entre corpo, matéria e movimento.











   O edifício histórico da Rua Visconde de Itaboraí, no centro do Rio de Janeiro, inicia uma nova trajetória.











   Rebatizado como Casa Brasil, o espaço abandona a antiga monenclatura associada à Maison de France e assume definitivamente a brasilidade como eixo conceitual, simbólico e cultural.






   A mudança não é apenas nominal. Ela marca um reposicionamento profundo, que envolve nova identidade visual, reformulação programática, ampliação de acesso e a consolidação de um patrocínio estratégico: a Petrobras passa a ser patrocinadora oficial do equipamento, por meio do Programa Petrobras Cultural.

   Fontes: https://dasartes.com

quinta-feira, 5 de março de 2026

Acolher Parte III Final. Niterói RJ.

    O Museu Janete Costa de Arte Popular recebe em Niterói, a exposição "ACOLHER".







   Com curadoria de e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz até 29 de março de 2026.






   Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos.







   Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes que atravessam gerações.






   Cada peça revela a marca das mãos que moldaram e a herança de quem ensinou o ofício.






   No barro, na fibra, na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas da América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para preservar, preservar para celebrar.






   A arte popular latino-americana é feita de desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós.

   Jorge G. Mendes 
Curador