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segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Parque Nacional da Serra dos Órgãos Parte V Final Vídeos. Teresópolis RJ.

O parque está no bioma da Mata Atlântica e, devido à alta pluviosidade, possui rica vegetação, grande parte exclusiva desse bioma. Mais de 2.800 espécies de plantas foram registradas, incluindo 360 de orquídeas e mais de 100 bromélias.








Até 500 metros, as encostas mais baixas são cobertas por florestas típica de terras baixas. De 500 metros a 1.500 metros a vegetação de montanha, com variações significativas dependendo de cada área.








Em muitos lugares, o dossel superior é de 25 a 30 metros, com árvores emergentes atingindo até 40 metros. De 1.500 a 2.000 metros, há uma florestas com árvores de 5 a 10 metros e com troncos tortos cobertos por musgo epifítico, além de plantas como bromélias e orquídeas.








O sub-bosque tem arbustos e os afloramentos são povoados por samambaias e musgos. Existem várias espécies endêmicas. Acima de 2.000 metros a vegetação é de alta montanha, com campos abertos e pequenos arbustos lenhosos.








347 espécies foram encontradas neste ambiente, das quais 66 são endêmicas para este ecossistema. O parque é um dos poucos habitats naturais de espécies de Schlumbergera, que foram desenvolvidas em coloridos cactos amplamente cultivadas como plantas de casa.








O Parque Nacional da Serra dos Órgãos é uma unidade de Conservação Federal de Proteção Integral, subordinada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, cujo objetivo maior é o de preservar amostras representativas dos ecossistemas nacionais.








É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque Nacional da Serra dos Órgãos tem a maior rede de trilhas do brasil. São mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldades.

Fontes: www.wikipedia.org Parque Nacional da Serra dos Órgãos
www.icmbio.gov,br Parque Nacional da Serra dos Órgãos

domingo, 4 de dezembro de 2022

Parque Nacional da Serra dos Órgãos Parte IV. Teresópolis RJ.

Em novembro de 1981, um período de chuva intensa desencadeou centenas de deslizamentos rasos de escombros que bloquearam a rodovia BR-116 e mataram cerca de 20 pessoas. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1980, a temperatura mínima absoluta registrada no Parque Nacional foi de 1,2ºC em 17 de junho de 1973, e a maior atingiu 33,5ºC em 25 de dezembro de 1968.












O recorde de precipitação registrado em 24 horas é de 182,6 mm em 4 de fevereiro de 1964, e o recorde mensal de 964,8 mm em janeiro de 1961. Além da beleza e da importância da conservação de suas espécies, o Parnaso é um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros.












A travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 km de caminhada pesada pelo alto das montanhas, é considerada a caminhada de longo curso mais bonita do Brasil, com vários pontos de destaque como o Castelo do Açu, a Pedra do Sino e Nascente do Rio Soberbo.








Cascata dos Amores.





A 90 km do Rio de Janeiro, ou menos de duas horas por rodovia, o parque recebe o ano todo grande número de vistantes. Seu acesso principal é pela rodovia BR-116 Rio-Teresópolis. O clima é super-úmido tropical, com 80% a 90% de umidade relativa causada pelo ar úmido do Oceano Atlântico a maior parte do Ano.











As temperaturas médias variam de 13 a 23ºC, mas podem chegar a 38ºC e podem cair abaixo  de zero nas partes mais altas do parque. A precipitação média é de 1.700 a 3.600 milímetros, com mais chuvas no verão (dezembro a março) e uma estação seca no inverno, de junho a agosto. O lado sudeste voltado para o oceano recebe mais chuva que o lado noroeste.

Fonte: www.wikipedia.org Parque Nacional da Serra dos Órgãos

sábado, 3 de dezembro de 2022

Parque Nacional da Serra dos Órgãos Parte III. Teresópolis RJ.

Cortado por notável rede hidrográfica, representada pelos rios Paquequer, Beija-Flor, Soberbo, Iconha, Bananal, Santo Aleixo, Itamarati, Bonfim e Jacó, o solo do Parque deu origem à densa floresta, com diversos ambientes. Na vegetação secundária, predominante as palmeiras, pindobinhas, xaxim e, particularmente, embaúba.


Quati (Nasua nasua) 











As montanhas consistem em gnaisses, graníticos da era Neoproterozóica. A região é estruturalmente complexa, com falhas consideráveis combinadas com erosão. A crista que contém o Dedo de Deus e outras torres é incomum por ser sustentada por um dique espesso de granito cambriano que é mais resistente a erosão do que os ortognaisses neoproterozóicos circundantes.











A formação das rochas pode ter ocorrido há cerca de 620 milhões de anos. Ao longo da escarpa, a altitude varia de perto do nível do mar na planície costeira até 2.260 metros acima do nível do mar, 4 quilômetros mais para o interior. A altitude média é de 1.100 metros acima do nível do mar.











O Dedo de Deus e o Escalavrado, a 1.692 metros de altitude e 1.490 metros de altitude, e os picos próximos, com paredes íngremes de rocha, são características dramáticas que podem ser vistas em um dia claro a partir da cidade do Rio de Janeiro, que fica a 50 quilômetros de distância. O ponto mais alto é a Pedra do Sino, com 2.263 metros de altitude.












Uma fratura noroeste é exposta nas superfícies rochosas do planalto, que define a direção das cristas e vales ao longo das escarpas. um desses cumes contém vários picos de granito, incluindo o Dedo de Deus. Fraturas verticais a nordeste, espaçadas regularmente a cada 500 metros, cortam as estruturas a noroeste em ângulos retos. A erosão ao longo dessas fraturas isolou os blocos de rochas maciças.

Fonte: www.wikipedia.org Parque Nacional da Serra dos Órgãos