domingo, 24 de maio de 2026

Rodrigo Pedrosa. Rio de Janeiro RJ.

    "Numa época em que as promessas da Era Moderna acham-se esfaceladas como um punhado das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, termos literais e metafóricos, das ruínas da modernidade, surge uma pergunta fundamental para a história da cultura: o que molda nosso imaginário das ruínas no início do século XXI e como isso se desenvolveu historicamente?" Andras Huyssem







   Mãos, braços, olhos e rostos, fragmentos de uma humanidade dilacerada. Esse é o território onde atua Rodrigo Pedrosa, essa é a sua figuração, fantástica que ele oferece ao olhar incrédulo e assustado.







   Sem temor o medo, assumindo as dores e as chegas do corpo humano, tudo aqui relata histórias de violência e agressão.







   Não a tempo para utopias, nem organizações espaciais que aludem ao mundo geometrizado e ordeiro, nostalgias de um tempo passado de uma humanidade que acreditava ser feliz.







   Para o artista, o processo criativo é um caldeirão fervente de lendas, mistérios e escombros, matérias sólidas e incandescentes.

   Fonte: Rodrigo Pedrosa

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Selvagens. Rio de Janeiro RJ.

    "Selvagens" é um resumo da produção recente de Rosângela Gayu, artista comprometida com a causa pela preservação do meio ambiente e a afinada com a defesa das culturas originárias de nosso país em suas diversas manifestações.











   Gayu, não se limita às técnicas tradicionais de desenho e pintura mas eleva à categoria de expressão artística várias práticas e materiais associados a sustentabilidade de nossos costumes.











   O domínio das cores e a possibilidade de transcender ao plano como marco e fronteira, são elementos de sua dialética estética que, tanto como um Pop Up Book, promove o brotar de ideias que integram nossas percepções arquetípicas.











   Suas composições transmitem dilemas facilmente assimiláveis que estimulam nossa consciência, despertam a responsabilidade que nos cabe para atenuar impacto que nossas rotinas causam na natureza.











   As obras "Selvagens" podem esclarecer-nos social e ambientalmente: além dessa característica, marcam o caminho de uma busca interior vivamente integrada com um espírito de evidente naturalidade brasileira.

   Fonte: Curador Pedro Drummond