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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Gonçalo Ivo. Rio de Janeiro RJ.

Filho do escritor Lêdo Ivo (1924), estudou pintura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1975, orientado por Aluísio Carvão e Sérgio Campos Melo. Formado em arquitetura pela Universidade Federal Fluminense, foi professor do Departamento de Atividades Educativas do MAM/RJ, entre 1984 e 1986.









Deu aulas como visitante na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - EBA/UFRJ, também em 1986. Trabalhou como ilustrador e programador visual para as editoras Global. Record e Pine Press. Faz  exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior.









Em 2000, assinou o cenário do programa Metrópolis da TV Cultura. Nesse mesmo anos, montou um ateliê em Paris. Gonçalo Ivo nasceu no Rio de Janeiro em 1958. Reside e trabalha entre Paris, Madri, Nova York e seu ateliê no sítio São João, localizado nas montanhas de Teresópolis, região serrana do estado do Rio de Janeiro.









Conviveu desde a infância com poetas, artistas plásticos, críticos literários e músicos. Acompanhou seus pais, a professora Maria Leda e o poeta Lèdo Ivo, em várias visitas aos ateliês de Lygia Clark, Ione Saldanha, Maria Leontina, Abelardo Zaluar e Iberê Camargo, de quem recebeu as primeiras lições de desenho e pintura.









No círculo familiar conviveu com os escritores Gilberto Freyre, Marques Rebelo, Álvaro Lins e principalmente o poeta e embaixador João Cabral de Melo Neto, que se hospedava no sítio da família quando vinha de férias ao Brasil, tendo sido seu primeiro colecionador.









Toda essa experiência humanística proporcionada por seus pais repercutiu de maneira profunda na personalidade deste artista inquieto e de manifestação precoce. Sua obra foi exposta em museus brasileiros e internacionais, entre eles, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca do estado de São Paulo, Jan van der Togt, na Holanda, Museum of Geometric and MADI art, em Dallas, Grand Palais, em Paris, e ainda em prestigiadas galerias nacionais e internacionais.

Fontes: www.wikipedia.org Gonçalo Ivo
www.simoesdeassis.com

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Xilogravuras. Rio de Janeiro RJ.

Um passeio sobre a arte da gravura, com ênfase na produção da literatura de cordel. É o que propõe a mostra 'Xilogravura', que marca a reabertura da Galeria Mestre Vitalino do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), mais conhecido como Museu do Folclore Edison Carneiro. Localizado na rua do Catete, o espaço comemorou 35 anos.












Fechada há sete anos, depois de passar por uma reforma que recuperou o telhado do prédio, a Galeria Mestre Vitalino apresenta um conjunto com 17 mil itens do acervo da instituição. Estão expostas obras de 26 artistas brasileiros, além de 30 matrizes em madeira e seis em borracha.











A exposição traz trabalhos de artistas como Goeldi, Mestre Noza, Stênio Diniz, J. Borges e Ciro Fernandes. "Quando a literatura de cordel foi registrada pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil, a xilogravura foi incorporada como bem cultural associado.












Ou seja, inseparável do cordel. A criação poética e plástica caminharam lado alado durante muitos  anos, elaboradas sobretudo por cordelistas que são xilógrafos e xilógrafos que são poetas", destaca Claudia Ferreira, diretora do CNFCP.













"O CNFCP tem acervo extremamente significativo, oriundo do trabalho de folcloristas e colecionadores ao longo do século XX. Mais do que  ilustração, a xilografia surge como uma forma de oferecer, por meio de uma imagem, uma sinopse do texto de cordel", completa Elisabeth Costa, chefe do setor de pesquisa do CNFCP. As exposições podem ser visitadas de terça-feira a sexta-feira, das 11h às 18h; sábados, domingos e feriados das 15h às 18h.

Fonte: www.odia.ig.com.br