Em um mundo onde as imagens são geradas em escala industrial e rapidamente se tornam descartáveis, esta exposição volta ao olhar para a própria criação, autoria e função.
Mais do que tratar da tecnologia em si, ela propõe refletir sobre os trabalhos, a responsabilidade e o gesto do artista em meio a esse fluxo incessante.
As propostas reunidas aqui não afirmam nem negam o uso das ferramentas digitais.
Elas propõem desvios interrompem fluxos, introduzem ruídos insistem no gesto, no olhar e na falha, reivindicam silêncios e resíduos de processo criativo.













































































