sexta-feira, 27 de março de 2026

Gráfica Parte i. Niterói RJ.

    O Centro Cultural de Niterói está com uma programação diversa em 2026.








   A Exposição Gráfica, do Coletivo Zaguti, é um dos destaques recentes, homenageando Zé Higino com obras inspiradas em elementos fundamentais da poética gráfica, como linhas e manchas.







   O Coletivo Zaguti (por vezes referido no contexto do Espaço Zaguti) é um grupo artístico ativo, com presença notável no estado do Rio de Janeiro, que se dedica à produção e exposição de arte contemporânea.








   O Coletivo realiza exposições coletivas, frequentemente no Rio de Janeiro, incluindo locais como o Shopping Fashion Mall em São Conrado, Rio de Janeiro RJ (já fiz uma matéria sobre esse bairro) e o Centro Cultural dos Correios, Niterói RJ.

   Fonte: IA do Google

quarta-feira, 25 de março de 2026

João Incerti. Rio de Janeiro RJ.

    O que se pinta aqui não se limita a uma reta, assim como João Incerti não se contém em trajetórias previsíveis. Seu caminho se dobra, se desvia, se expande, sempre guiado por uma intensidade que pulsa no gestos e nas cores.













   Cada matiz que ele convoca nasce de um território interno onde a emoção é a força mortiz; se desvia, cor, então, se torna linguagem para aquilo que não cabe em palavras. As obras apresentadas emergem de um momento de retomada, um retorno a si que é também uma abertura para outros ritmos, experimenta novas maneiras de estar no mundo. A potência desse processo está justamente em sua multiplicidade: a obra se desdobra em camadas, oferecendo mais do que um significado, mais do que um caminho possível.













   Ao criar uma pintura que fala de presença e pertencimento, João Incerti nos convida a entrar em seu universo cósmico, um espaço onde a delicadeza encontra o abismo, onde o sonho se torna cenário e o humano se revela pequeno e simultaneamente imenso diante do infinito, entre a existência e as infinitas possibilidades de existir, sua pintura nos coloca diante da própria condição humana de viver: frágil e grandiosa, limitada e expansiva, sempre em movimento.

   Fonte: Carla Oliveira

segunda-feira, 23 de março de 2026

Patrícia Pedrosa. Rio de Janeiro RJ.

    "Carrego no meu corpo tanta gente." Esta frase pinçada dos escritos de Patrícia Pedrosa nos convida a remomerar a presença de quem nos criou, cuidou, amou, maltratou e o impacto destes encontros no corpo: o efeito dos prazeres e das dores, das lesões, das suturas, mas também das curas.












   Falar de si é representar-se. Imaginar-se por partes para, então, integrar-se. "Eu aos pedaços" revela um corpo conjugado pelos enigmas da existência - matriz perdida - e da arte - flor da vida - geometria sagrada que transforma em linguagem o que se encontra na intimidade dos sentidos.












   Esta série examina as cicatrizes, os traumas da carne e a espessura dos seus efeitos na forma e performance artística. Elabora pela prática contemporânea de gravura a expressividade artística.

   Fonte: Curadoria Ana Chaves