domingo, 1 de março de 2026

Acolher Parte I. Niterói RJ.

    O Museu Janete Costa de Arte Popular recebe em Niterói, a exposição "ACOLHER".






   Com curadoria de e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz até 29 de março de 2026.






   Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes que atravessam gerações.






   Cada peça revela a marca das mãos que moldaram e a herança de quem ensinou o ofício.






   No barro, na fibra, na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas da América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para preservar, preservar para celebrar.






   A arte popular latino-americana é feita de desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós.

   Jorge G. Mendes 
Curador

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

O INGÁ e suas coleções Parte IV Final. Niterói RJ.

    Esta exposição traz ao público um recorte curatorial a partir de vários acervos que ao longo da história formaram a coleção do Museu do Ingá.





   As especificidades da instituição, que inclui seu passado como sede do governo fluminense, servem como ponto de partida a elaboração de um percurso que revela diferentes períodos da história e da arte brasileira.





   A ocupação se organiza a partir de eixos temáticos e temporais que estabelecem um diálogo entre as características arquitetônicas dos espaços expositivos e sua integração com as obras selecionadas.





   A diversidade da produção brasileira ao longo de dois séculos é revelada entre obras clássicas, acadêmicas, mordenistas e populares, criando um roteiro visual que estabelece analogias e demonstra a pluralidade estética, temática e poética ao longo dos tempos.





   A recente reforma nas instalações do complexo arquitetônico do Ingá se configura como um importante momento para a instituição possa estabelecer propósitos e caminhos conceituais reforçando a função do museu como espaço dinâmico de fruição artística e fonte de pesquisa histórica e documental.





   Esta mostra, pedagógica e didática, tem como objetivo reafirmar a importância social de acervos públicos e de equipamentos culturais como ferramentas fundamentais de cidadania e pertencimento.

   Marcus de Lontra Costa e Rafael Forte Peixoto 
Curadores

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O INGÁ e suas coleções Parte III. Niterói RJ.

    Esta exposição traz ao público um recorte curatorial a partir de vários acervos que ao longo da história formaram a coleção do Museu do Ingá.






   As especificidades da instituição, que inclui seu passado como sede do governo fluminense, servem como ponto de partida a elaboração de um percurso que revela diferentes períodos da história e da arte brasileira.






   A ocupação se organiza a partir de eixos temáticos e temporais que estabelecem um diálogo entre as características arquitetônicas dos espaços expositivos e sua integração com as obras selecionadas.






   A diversidade da produção brasileira ao longo de dois séculos é revelada entre obras clássicas, acadêmicas, mordenistas e populares, criando um roteiro visual que estabelece analogias e demonstra a pluralidade estética, temática e poética ao longo dos tempos.






   A recente reforma nas instalações do complexo arquitetônico do Ingá se configura como um importante momento para a instituição possa estabelecer propósitos e caminhos conceituais reforçando a função do museu como espaço dinâmico de fruição artística e fonte de pesquisa histórica e documental.






   Esta mostra, pedagógica e didática, tem como objetivo reafirmar a importância social de acervos públicos e de equipamentos culturais como ferramentas fundamentais de cidadania e pertencimento.

   Marcus de Lontra Costa e Rafael Forte Peixoto 
Curadores