sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Paisagens Ruminadas Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    Luiz Zerbini era criança quando iniciou sua aproximação às artes através de um curso de pintura oferecido pelo bairro em que sua família residia, em São Paulo.











   Foi porque desde cedo incorporou, pincéis, tubos de tinta e paleta de cor em seu cotidiano que, enquanto crescia, o artista não só viveu a singular condição de estar aprendendo a enxergar através dos olhos e janelas, como também precocemente enfrentou o desafio de fazer caber no clássico retângulo de uma tela em branco tudo aquilo que via, encarando o trabalho de "transformar todas as dimensões do mundo em duas".











   Situado entre a pequenez da tela e a imensidão do mundo, planificava o que sentia e avistava em composições, formas, cores e textura das quais, aos poucos, emergia sua pintura.











    Nessa caminhada, não é de se espantar que as paisagens tenham se firmado como centro gravitacional de sua obra.











    Ainda que talvez seja restritivo afirmar que Zerbini se tornou um paisagista, por outro lado é inigualável que as questões implicadas em perceber, pensar e fazer paisagens tem ocupado generosamente o seu território poético, conjugando desafios de ordem da representação, da estética, da memória, da história, da política, da ficção, entre outros.

   Fonte: Centro Cultural Banco do Brasil www.wikipidia.org Luiz Zerbini 
Clarissa Diniz 
Curadora

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Luz Eterna - Ensaio Sobre o Sol. Rio de Janeiro RJ.

   O sol é fundamental para a existência e o equilíbrio do planeta Terra, pois atua como fonte primordial de energia que se sustenta quase todas as formas de vida.











    Estrela central no sistema solar, o Sol é o protagonista que permeia todos os aspectos da vida na Terra, moldando a existência e sustentando a intrincada teia de relações que compõem o nosso planeta.











  No período Paleolítico, o Sol desempenhou um papel crucial para a sobrevivência e descoberta do que antes era desconhecido.











   A sua presença no céu era o conforto que antes era desconhecido.











     A sua presença no céu era o conforto que permetia a realização da caça, a conquista de novas áreas e a proliferação da espécie humana.











    Na sua ausência, a escuridão trazia o medo e a necessidade de se proteger das possíveis ameaças.

    Fonte: Antônio Curti - Curador.
Centro Cultural do Banco do Brasil.