sábado, 11 de abril de 2026

Amazônidas Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    Amazônidas convida o espectador a adentrar e refletir sobre a rica cultura do Norte do Brasil, levando o público a um mergulho profundo e multissensorial na produção artística das mulheres amazônidas.






   A mostra não se limita a apresentar obras, mas a tecer, com elas, uma trama de histórias que entrelaçam herança, identidade cultural material e imaterial.






   A narrativa visual é tátil, aqui revelada, confronta e subverte a linearidade da história e da formação regional, propondo uma nova cartografia afetiva do território.






   As artistas trazem a conexão entre as obras e a relação pictórica que remetem à exuberância e diversidade das espécies da Amazônia, aos povos originários e à toda a interação entre ambiente construído, biodiversidade, fé e cultura regional.






   A Amazônia é cenário, matéria-prima e inspiração dessas artistas e inspiração dessas artistas que carregam a memória genética e social como o primeiro suporte para a expressão artística.

   Fonte: Renata Costa
Curadora

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Brasilidades. Rio de Janeiro RJ.

    O Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), abre suas portas para a exposição inédita "Brasilidades", do artista visual Maurizio Ferrari.





   Nascido em Monselice (Itália), Maurizio Ferri estudou na Academia de Belas Artes de Veneza e chegou ao Brasil em 1996.





   A curadoria exclusiva de "Brasilidades" reúne trabalhos que percorrem diferentes momentos de sua trajetória artística.





   Inaugurado em 06 de maio de 1926, o Palácio Tiradentes, sede histórica da ALERJ, celebra seu Centenário em 2026.





   Em 2026, apresenta uma programação especial com o objetivo de celebrar o aniversário de 100 anos e aproximar a população do Legislativo.

   Fonte: Palácio Tiradentes

terça-feira, 7 de abril de 2026

Ilha da Boa Viagem Parte IV. Niterói RJ.

    Além da vocação religiosa, a ilha também teve função militar. Sua localização estratégica na Baía de Guanabara fez dela parte do antigo sistema defensivo brasileiro.






   As obras de revitalização recuperam as edificações históricas, como a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, o fortim e o casarão conhecido como castelo. O investimento da prefeitura foi de R$ 5,5 milhões.






   Para conhecer a história da ilha por meio de visitas guiadas, não é necessário agendamento prévio.






   Basta comparecer ao Centro de Atendimento ao Turista, localizado no local, e escolher um dos quatro horários da saída dos agentes da Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur): 10h, 11h30, 13h e 15h.






   O agendamento é necessário apenas para grupos maiores, como excursões escolares ou grupos turísticos. Para isso, os interessados devem enviar um e-mail para agendamento@neltur.com.br ou entrar em contato pelo telefone/WhatsApp: (21) 3611-3828

   Fonte: https://niteroi.rj.gov.br/ilha-da-boa-viagem