A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.
Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.
Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.
A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.



























































