terça-feira, 17 de março de 2026

Riscar o Chão. Rio de Janeiro RJ.

    A linha, traço rígido ou sinuoso que desliza e deixa rastro, é também trajetória. É risco feito pela experiência humana na Terra. Riscar é criar risco.







   O risco do sujeito e sua ação na tela. O risco do lápis no papel. O risco dos pés em movimento. Riscar a Avenida. Riscar a matriz, o metal, a madeira que imprime a gravura.







   "Riscar o Chão" é uma exposição que experimenta o diálogo entre artistas que usaram linhas e traços para riscar a gravura.







   Ainda que se inspiram no concretismo, artistas com obras nessa exposição, como Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Abelardo Zaluar, Carlos Sciliar e Dionísio del Santo articulam as vertentes construtivas presentes na cultura e no nosso imaginário popular.










   Aqui, as fotografias de Guy Veloso e de Vítor Melo registram os momentos de evolução dos corpos.

   Curadoria 
Marcelo Campos

sábado, 14 de março de 2026

Mata Atlântica. Niterói RJ.

    A Mata Atlântica é o bioma presente em quase toda costa brasileira.












   Ao longo dos séculos XIX e início do XX, a exuberância da floresta foi fonte de inspiração para diversos artistas, como Taunay, Bauch, Antônio Parreiras, Visconti e Lucílio de Albuquerque.












   As pinturas - representações das paisagens da Mata Atlântica capturadas pelo olhar dos artistas desse período, revelam uma natureza ainda preservada.












   Contudo, ao chegarmos ao século XXI, e, tomando como ponto de partida de observação a obra desses artistas, nos deparamos com uma realidade bem diferente...

   Fonte: Museu do Ingá