terça-feira, 27 de outubro de 2026

Museu da Cidade do Rio de Janeiro Parte IV. Rio de Janeiro RJ.

    No dia 12 de setembro de 2026, sábado, às 11 horas, o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (Gávea) inaugurou a exposição Através das Oliveiras, primeira individual da artista Asmahen Jaloul com curadoria de Rubens Takanime e texto de Aycha Sleiman.






   Reunindo obras que apresentam sua trajetória mais recente - durante pinturas e um vídeo inédito - a artista celebra o diálogo entre as memórias cotidianas da infância, vividas na Baixada Fluminense, e as memórias da diáspora libanesa que adquire cor e vibração por meio de paisagens, cômodos, jardins e presenças, como a do próprio avô.






   A Pesquisa de Asmahen Jaloul tem como ponto de partida o acervo de fotografias da família. Ao transpor esses registros (entre linguagens artísticas) e de narração.






   Surgem, junto dessas micronarrativas, alguns elementos simbólicos como a oliveira, capazes de condenar o sentimento comum de preenchimento.






   Originária da região mediterrânea, a oliveira é considerada uma das árvores cultivadas mais antiga do mundo, sendo símbolo de prosperidade e de longevidade. A artista então se inspira na imagem de seu trio entre as folhagens da oliveira para vislumbrar uma janela ou festa na qual o instante parece mais acolhedor.






   Sabemos que essa memória não é perfeita. Ela se constitui de camadas de interpretação, vestígios e fragmentos daquilo que experenciamos, daquilo que nos contam, daquilo que sonhamos. Como boa observadora, Asmahen Jaloul perambula pela cidade a encontrar objetos e materiais em uso, tais como molduras de janelas e portas abandonadas, a fim de incorporá-los em suas obras.






   Uma pintura nunca é só uma pintura. Do mesmo modo que a memória nunca é apenas o vislumbre do passado. Quando a angústia aperta e o arquivo não dá conta de responder a uma pergunta ou sanar uma saudade, como seguir adiante?






   Jaloul abraça os elementos encontrados e estabelece com eles um convívio. Nesse exercício de fabulação crítica, a esquadria de uma janela encontrada em Nova Iguaçu pode se transformar em festa para a antiga casa de seus avós no Líbano.

   Fonte: Secretária Municipal de Cultura da Prefeitura da do Rio de Janeiro

domingo, 25 de outubro de 2026

Museu da Cidade do Rio de Janeiro Parte III. Rio de Janeiro RJ.

   No dia 12 de setembro de 2026, sábado, às 11 horas, o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (Gávea) inaugurou a exposição Através das Oliveiras, primeira individual da artista Asmahen Jaloul com curadoria de Rubens Takanime e texto de Aycha Sleiman. 





   Reunindo obras que apresentam sua trajetória mais recente - durante pinturas e um vídeo inédito - a artista celebra o diálogo entre as memórias cotidianas da infância, vividas na Baixada Fluminense, e as memórias da diáspora libanesa que adquire cor e vibração por meio de paisagens, cômodos, jardins e presenças, como a do próprio avô.





   A Pesquisa de Asmahen Jaloul tem como ponto de partida o acervo de fotografias da família. Ao transpor esses registros (entre linguagens artísticas) e de narração.






   Surgem, junto dessas micronarrativas, alguns elementos simbólicos como a oliveira, capazes de condenar o sentimento comum de preenchimento.






   Originária da região mediterrânea, a oliveira é considerada uma das árvores cultivadas mais antiga do mundo, sendo símbolo de prosperidade e de longevidade. A artista então se inspira na imagem de seu trio entre as folhagens da oliveira para vislumbrar uma janela ou festa na qual o instante parece mais acolhedor.






   Sabemos que essa memória não é perfeita. Ela se constitui de camadas de interpretação, vestígios e fragmentos daquilo que experenciamos, daquilo que nos contam, daquilo que sonhamos. Como boa observadora, Asmahen Jaloul perambula pela cidade a encontrar objetos e materiais em uso, tais como molduras de janelas e portas abandonadas, a fim de incorporá-los em suas obras.






   Uma pintura nunca é só uma pintura. Do mesmo modo que a memória nunca é apenas o vislumbre do passado. Quando a angústia aperta e o arquivo não dá conta de responder a uma pergunta ou sanar uma saudade, como seguir adiante?






   Jaloul abraça os elementos encontrados e estabelece com eles um convívio. Nesse exercício de fabulação crítica, a esquadria de uma janela encontrada em Nova Iguaçu pode se transformar em festa para a antiga casa de seus avós no Líbano.

   Fonte: Secretária Municipal de Cultura da Prefeitura da do Rio de Janeiro