quinta-feira, 28 de maio de 2026

Aruane Garzedin. Rio de Janeiro RJ.

    Aruane Garzedin (cujo nome de nascimento é Maria Aruane Santos Garzedin) é renomada artista visual, arquiteta, paisagista, escritora e professora universitária natural de Salvador Bahia.











   Ela é amplamente conhecida por seu trabalho que cruza arte e o espaço urbano.











   Além das artes plásticas, escreve crônicas e poemas, tendo publicado seu livro de contos pelo Selo Literário João Ubaldo Ribeiro em 2022.

   Fonte: IA do Google

terça-feira, 26 de maio de 2026

Liane Roditi. Rio de Janeiro RJ.

    A força da obra de Liane Roditi encontra-se em desdobramento, no movimento, no transformação. São delicadezas que revelam a tensão existente entre desgaste e permanência, continuidade e finitude.










   Em seus trabalhos, atravessados pelo simbólico, a artista inscreve questões acumuladas ao longo da vida, mas também a beleza do encontrada em fragmentos do cotidiano.










domingo, 24 de maio de 2026

Rodrigo Pedrosa. Rio de Janeiro RJ.

    "Numa época em que as promessas da Era Moderna acham-se esfaceladas como um punhado das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, termos literais e metafóricos, das ruínas da modernidade, surge uma pergunta fundamental para a história da cultura: o que molda nosso imaginário das ruínas no início do século XXI e como isso se desenvolveu historicamente?" Andras Huyssem







   Mãos, braços, olhos e rostos, fragmentos de uma humanidade dilacerada. Esse é o território onde atua Rodrigo Pedrosa, essa é a sua figuração, fantástica que ele oferece ao olhar incrédulo e assustado.







   Sem temor o medo, assumindo as dores e as chegas do corpo humano, tudo aqui relata histórias de violência e agressão.







   Não a tempo para utopias, nem organizações espaciais que aludem ao mundo geometrizado e ordeiro, nostalgias de um tempo passado de uma humanidade que acreditava ser feliz.







   Para o artista, o processo criativo é um caldeirão fervente de lendas, mistérios e escombros, matérias sólidas e incandescentes.

   Fonte: Rodrigo Pedrosa