quarta-feira, 15 de abril de 2026

Jérôme Poignard e Bragga. Niterói RJ.

    Jérôme Poignard é artistas plástico e designer gráfico francês, natural de Fontainenbleau, radicado no Rio de Janeiro desde 1997, onde fundou a Pointille, agência de branding, designer estratégico e comunicação.










   Paralelamente, desenvolve sua produção artística, reunida em exposição como Luzes, Rio e Cidades Líquidas. Suas obras se destacam pela inspiração, cores vibrantes e luminosidade. Com trajetória já internacional, já expôs em espaços como Galeria MonsartStage (Roma), BB artes (Cassino Atlântico), Centro Cultural dos Correios RJ, Hotel Santa Teresa MGallery e Galeria Gilson Martins.










   Bragga é um pioneiro em grafite carioca e iniciou sua jornada artística pelas ruas do Rio de Janeiro em 1998. Em busca de uma linguagem autoral única e da integração harmônica entre seu trabalho no grafite, design e motion design, o artista vem desenvolvendo recentemente uma série abstrata que se inspira na música, na improvisação e no ritmo.










   Fragmentos pixelados e padrões geométricos que emergem na paisagem urbana contemporânea, traduzidos em movimentos e pulsação visual através das explosões cromáticas digitais.








   Suas composições capturam a energia pulsante da metrópole carioca, onde elementos gráficos se fragmentam e se recostroem em camadas sobrepostas de cor e luz, criando uma sintase visual que dialoga entre o analógico das ruas e digital das telas. "Instantes Infinitos".

   Fonte: Palácio dos Correios em Niterói

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Amazônidas Parte II Final. Rio de Janeiro RJ.

    A arte amazônida não se restringe aos grafismos indígenas transmitido entre gerações e à biodiversidade da região, mas se torna um testemunho vivo de uma conexão intrínseca com o ambiente e ancestralidade dos povos colonizados.






   Elementos do patrimônio cultural construído permanecem até o presente, ressaltando a influência europeia através de traços do neoclassicismo, de art nouveau e do ecletismo em fachadas revestidas de azulejos portugueses, além da utilização de ferro introduzido na região.






   A mostra estabelece um diálogo entre o processo criativo individual, o exercício pictórico e suas expressões que remetem o ambiente amazônico.




   
   Memórias vividas na região, a população ribeirinha, a fauna e a flora, os povos originários, o cotidiano, a hora da chuva, mangueiras, igarapés, rios e ilhas, a fé, as manifestações religiosas e vários exemplos de arquitetura herdada dos europeus servem de inspiração, dando cor às imagens e as obras aqui expostas.






   Amazônidas apresenta a narrativa das mulheres nativas que afloram a criatividade e aguçam o interesse do espectador em desvendar e traduzir os mistérios da floresta por meio de pinturas, fotografias, instalações e esculturas.

   Fonte: Renata Costa
Curadora