sexta-feira, 19 de junho de 2026

Agostinho Moura. Rio de Janeiro RJ.

    Em "O tempo de ontem já é amanhã", Agostinho Moura apresenta uma série de pinturas que convidam o público a desacelerar.






   Em um mundo atravessado por crises políticas, sociais e afetivas, a exposição propõe a pausa, o silêncio e o descanso como gestos profundamente poéticos - também políticos.







   As obras construem cenas íntimas sentadas à mesa, figuras à janela, corpos negros em momentos de introspecção e cuidado.






   Esses personagens são retratadas fora dos lugares historicamente, impostos pela narrativa da dor, do conflito ou da resistência explícita.







   Aqui, o artista reivindica o direito à tranquilidade, a contemplação e à beleza ordinária, elevando o cotidiano ao sublime.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/agostinho

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Matheus Mestiço Parte III Final. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.






   Suas pinturas e desenhos funcionam como campos vibratórios onde cores e gestos e camadas evocam atmosferas e presenças.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/matheus-mestico

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Matheus Mestiço Parte II. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.






   Raro na natureza e presente tanto no céu e no mar, o azul aparece como um território simbólico onde se cruzam a espiritualidade, ancestralidade e imaginação.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.






   Suas pinturas e desenhos funcionam como campos vibratórios onde cores e gestos e camadas evocam atmosferas e presenças.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/matheus-mestico