terça-feira, 15 de setembro de 2026

Constelações Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    O Paço Imperial inaugurou, no dia 28 de março de 2026, a grande exposição Constelações - 40 anos do Paço Imperial, que celebra quatro décadas do mais antigo centro cultural da região central cidade do Rio de Janeiro.









   Com curadoria de Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim, em parceria com a equipe da instituição, a mostra ocupará 12 salões e dois pátios internos com cerca de 160 obras de mais de 100 artistas diferentes gerações, que fazem parte da história do centro cultural, como Adriana Varejão, Almicar de Castro, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antônio Dias, Antônio Manuel, Arthur Bispo do Rosário, Beatriz Milhazes, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Ivens Machado, Luiz Aquila, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Roberto Burle Marx, Tunga entre muitos outros.









   Contemplam a mostra uma série de vídeos feitos pelo Rio Arte com alguns artistas nas décadas de 1980 e 1990.









   No dia da inauguração, houve uma mesa de abertura com convidados e, ao longo do período da exposição, serão realizados seminários, oficinas e atividades educativas, valorizando a importante trajetória da instituição.









   "Passado quarenta anos, o Centro Cultural do Patrimônio do Paço Imperial - primeiro equipamento inaugurado no entorno da Praça XV, no centro histórico do Rio de Janeiro - teve seu caráter de monumento reiterado, mas também tornou-se ponto de encontro e referência para o circuito das artes visuais da cidade.









   Ao longo do tempo, abrigou grande número de mostras individuais e coletivas, nacionais e internacionais, entre outros eventos; e se passado foi o cenário de importantes acontecimentos históricos do país, diversas memórias foram acrescidas à edificação nas últimas décadas. Celebrar essa história, composta por múltiplas temporalidades, é reconhecer local e nacionalmente a importância do Paço Imperial na promação das artes e culturas brasileiras", afirmam os curadores Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim.

   Fonte: https://dasartes.com.br/agenda/constelacoes-40-anos-do-paco-imperial-paco-imperial/

domingo, 13 de setembro de 2026

Vik Muniz Parte VII Parte Final. Rio de Janeiro RJ.

    Maior exposição já realizada sobre a obra da EXPOSIÇÃO VIK MUNIZ - A OLHO NU, artista brasileiro de referência internacional reconhecido por investigar os limites da imagem, matéria e percepção.






   A exposição reúne trabalhos tridimensionais do início da trajetória, séries fotográficas emblemáticas que marcaram sua produção ao longo dos anos e obras recentes, oferecendo um panorama abrangente de mais de três décadas de contribuição à arte contemporânea.






   Ao articular processos materiais e escalas distintas, a mostra evidência a complexidade poética e conceitual de uma obra que tensiona modos de ver, representar e compreender as imagens no mundo contemporâneo.






   "Vik Muniz - olho nu" oferece uma experiência que combina impacto imediato e reflexão crítica, reafirmando o lugar do artista como um dos principais mediadores entre arte contemporânea percepção visual e cultural compartilhada.






   Vik Muniz Embaixador da Boa Vontade da UNESCO OMC, nome artístico de Vicente José de Oliveira Muniz (São Paulo SP, 20 de dezembro de 1961) é um artista plástico brasileiro radicado nos Estados Unidos. Faz experimentos com novas mídias e materiais.






   Filho dos pernambucanos Vicente Lopes e Maria Celeste de Oliveira Muniz, foi aluno da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), onde frequentou aulas do curso de Publicidade e Propaganda.
















   As obras do artista plástico são feitas de materiais inusitados como lixo, restos de demolição e componentes como açúcar e chocolate para criar a imagem.

   Fontea: CCBB-RJ 
www.wikipidia.org Vik Muniz