segunda-feira, 13 de abril de 2026

Amazônidas Parte II Final. Rio de Janeiro RJ.

    A arte amazônida não se restringe aos grafismos indígenas transmitido entre gerações e à biodiversidade da região, mas se torna um testemunho vivo de uma conexão intrínseca com o ambiente e ancestralidade dos povos colonizados.






   Elementos do patrimônio cultural construído permanecem até o presente, ressaltando a influência europeia através de traços do neoclassicismo, de art nouveau e do ecletismo em fachadas revestidas de azulejos portugueses, além da utilização de ferro introduzido na região.






   A mostra estabelece um diálogo entre o processo criativo individual, o exercício pictórico e suas expressões que remetem o ambiente amazônico.




   
   Memórias vividas na região, a população ribeirinha, a fauna e a flora, os povos originários, o cotidiano, a hora da chuva, mangueiras, igarapés, rios e ilhas, a fé, as manifestações religiosas e vários exemplos de arquitetura herdada dos europeus servem de inspiração, dando cor às imagens e as obras aqui expostas.






   Amazônidas apresenta a narrativa das mulheres nativas que afloram a criatividade e aguçam o interesse do espectador em desvendar e traduzir os mistérios da floresta por meio de pinturas, fotografias, instalações e esculturas.

   Fonte: Renata Costa
Curadora

sábado, 11 de abril de 2026

Amazônidas Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    Amazônidas convida o espectador a adentrar e refletir sobre a rica cultura do Norte do Brasil, levando o público a um mergulho profundo e multissensorial na produção artística das mulheres amazônidas.






   A mostra não se limita a apresentar obras, mas a tecer, com elas, uma trama de histórias que entrelaçam herança, identidade cultural material e imaterial.






   A narrativa visual é tátil, aqui revelada, confronta e subverte a linearidade da história e da formação regional, propondo uma nova cartografia afetiva do território.






   As artistas trazem a conexão entre as obras e a relação pictórica que remetem à exuberância e diversidade das espécies da Amazônia, aos povos originários e à toda a interação entre ambiente construído, biodiversidade, fé e cultura regional.






   A Amazônia é cenário, matéria-prima e inspiração dessas artistas e inspiração dessas artistas que carregam a memória genética e social como o primeiro suporte para a expressão artística.

   Fonte: Renata Costa
Curadora

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Brasilidades. Rio de Janeiro RJ.

    O Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), abre suas portas para a exposição inédita "Brasilidades", do artista visual Maurizio Ferrari.





   Nascido em Monselice (Itália), Maurizio Ferri estudou na Academia de Belas Artes de Veneza e chegou ao Brasil em 1996.





   A curadoria exclusiva de "Brasilidades" reúne trabalhos que percorrem diferentes momentos de sua trajetória artística.





   Inaugurado em 06 de maio de 1926, o Palácio Tiradentes, sede histórica da ALERJ, celebra seu Centenário em 2026.





   Em 2026, apresenta uma programação especial com o objetivo de celebrar o aniversário de 100 anos e aproximar a população do Legislativo.

   Fonte: Palácio Tiradentes