sábado, 17 de outubro de 2026

Toró Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    Toró é mais do que uma chuva. De origem tupi, associada à uma ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda e transforma.






   É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Belavinha, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixe e Viviane Matesco.






   Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, Toró propõe uma experiência emersiva em pintura, escultura e obras instaladas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.






   Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas fechadas do Paço Imperial recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição.






   A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial, incluindo a condenação de Tiradentes.






   "Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura Belavinha encontra no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica", explicam os curadores.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/niura-bellavinha

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Boi-bumbá de Parintins Parte V Final. Rio de Janeiro RJ.

    O Festival Folclórico de Parintins consolidou, ao longo da sua história, uma sólida e crescente rede de patrocinadores que acreditam na força da cultura amazônica e renovam seu compromisso por muitos anos.





   O festival possui um total de 21 itens, sendo que a maioria não possui ordem predestinada de apresentação.




   As exceções são os três primeiros (apresentador, levantador de toadas e marajada ou batucada), além do último (encenação).





   Os bois de Parintins tem hoje reconhecimento mundial como uma das principais festas culturais brasileiras.






   A festividade, que traz à arena simbolismos regionais que representam os povos indígenas e o homem ribeirinho nortista, se popularizou e tem atraído pessoas do mundo inteiro para a "Ilha Tupinambarana", no pelo qual a cidade de Parintins ficou conhecida.






   























   A rivalidade tem ares esportivos e se equiparada ao futebol, seria uma das maiores do país. Em Parintins, a cidade se divide ao meio pelos bois e essa rivalidade se alastra para outros municípios da região, incluindo Manaus, capital do estado do Amazonas.

   Fonte: www.wikipidia.org Festival Folclórico de Parintins