quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Museu Militar Conde de Linhares Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    A chegada da Côrte Porte Portuguesa ao Brasil em 1808 levou Dom João VI a criar, em 7 de abril, O Real Arquivo Militar para proteger documentos importantes da defesa do reino.






   O Coronel João Manoel da Silva foi nomeado Diretor, ligando o Arquivo ao Corpo de Engenheiros do Exército até o Século XX.






   O Arquivo mudou de nome e localização várias vezes, tornando-se Arquivo Histórico do Exército em 1986 e, mais recentemente, Arquivo Histórico do Exército / Museu Militar Conde de Linhares em 2025.






   Ele preserva a memória do Exército e do Brasil, com acervos da Guerra da Tríplice Aliança, da Guerra de Canudos, da Força Expedicionária Brasileira, reconhecidos como Memória do Mundo pela UNESCO, entre outros.






   O arquivo realiza atividades de restauração e divulga seus documentos, sendo uma referência na preservação da memória Institucional do Exército e do Brasil.






   Responsável pelas atividades de processamento técnico, de forma multidisciplinar, a fim de organizar os acervos e dirimir o ritmo dos efeitos da degradação sobre eles.






   Realiza a análise do estado de conservação e acondicionamento dos documentos recebidos para integrar o acervo do AHEx/MMCL, atuando através de métodos científicos (quantitativo e quantitativo) para a sua higienização.






   Executa, ainda a reprodução (digitalização) dos documentos, realizando as melhorias no acondionamento do acervo para que melhor proteção, para tal conta com equipamentos de última geração.

   Fonte: Museu Conde de Linhares

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Coleção Ingá Brasil Plural Parte V. Rio de Janeiro RJ.

    Coleção Ingá I Brasil Plural é um passeio através do mais importante acervo artístico do Governo do estado do Rio de Janeiro.






   A força e a criatividade da arte e do povo brasileiro se revelam através deste panorama que abrange os últimos dois séculos com um recorte que reforça a diversidade como principal elemento de integração nacional.






   Subdividida em seis núcleos curatorais, a mostra reúne cerca de 200 obras e se afirma como vetor resultante de ações integradas de cooperação entre o Governo do estado do Rio de Janeiro, a FUNARJ, O Museu do Ingá (Niterói RJ) e o Centro Cultural Justiça Federal.






   No Brasil, a diversidade estrutura as noções de pertencimento e identidade nacional. Na prática cotidiana da cidadania, vivências se conectam a partir multiplicidade de origens, etnias, histórias, tradições e experiências.






   Entre tantos rostos e tantas geografias, a arte reflete a força e as riquezas dos encontros, das celebrações e das individualidades que criam o painel humano plural da vida brasileira.






  Os artistas modernistas brasileiros encontram na paisagem um importante elemento de conexão frente os desejos de construção de uma identidade cultural brasileira.






   A libertação das exigências realistas permitiu o desenvolvimento de linguagens plásticas e expressividades. Elas se manifestam em cores e gestos e abordagens visuais que afirmam na história e autonomia da ação artística.

   Fonte: Centro Cultural de Justiça