quarta-feira, 17 de junho de 2026

Matheus Mestiço Parte III Final. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.






   Suas pinturas e desenhos funcionam como campos vibratórios onde cores e gestos e camadas evocam atmosferas e presenças.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/matheus-mestico

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Matheus Mestiço Parte II. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.






   Raro na natureza e presente tanto no céu e no mar, o azul aparece como um território simbólico onde se cruzam a espiritualidade, ancestralidade e imaginação.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.






   Suas pinturas e desenhos funcionam como campos vibratórios onde cores e gestos e camadas evocam atmosferas e presenças.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/matheus-mestico

sábado, 13 de junho de 2026

Matheus Mestiço Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição nasce da relação do artista com o azul, cor predominante em sua produção.






   Raro na natureza e presente tanto no céu e no mar, o azul aparece como um território simbólico onde se cruzam a espiritualidade, ancestralidade e imaginação.






   Nesse espaço intermediário entre o alto e o profundo, o artista constrói uma espécie de paisagem sensível onde o encantamento atua como força de reconexão com saberes afro-indígenas.






   A abstração é o caminho escolhido por Mestiço para acessar essas memórias sem recorrer à apresentação direta.






   Suas pinturas e desenhos funcionam como campos vibratórios onde cores e gestos e camadas evocam atmosferas e presenças.

   Fonte: https://artrio.com/agenda-cultural/matheus-mestico