"Numa época em que as promessas da Era Moderna acham-se esfaceladas como um punhado das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, em termos literais e metafóricos, das ruínas, em que falamos com frequência constante, termos literais e metafóricos, das ruínas da modernidade, surge uma pergunta fundamental para a história da cultura: o que molda nosso imaginário das ruínas no início do século XXI e como isso se desenvolveu historicamente?" Andras Huyssem
Mãos, braços, olhos e rostos, fragmentos de uma humanidade dilacerada. Esse é o território onde atua Rodrigo Pedrosa, essa é a sua figuração, fantástica que ele oferece ao olhar incrédulo e assustado.




























































