segunda-feira, 23 de março de 2026

Patrícia Pedrosa. Rio de Janeiro RJ.

    "Carrego no meu corpo tanta gente." Esta frase pinçada dos escritos de Patrícia Pedrosa nos convida a remomerar a presença de quem nos criou, cuidou, amou, maltratou e o impacto destes encontros no corpo: o efeito dos prazeres e das dores, das lesões, das suturas, mas também das curas.












   Falar de si é representar-se. Imaginar-se por partes para, então, integrar-se. "Eu aos pedaços" revela um corpo conjugado pelos enigmas da existência - matriz perdida - e da arte - flor da vida - geometria sagrada que transforma em linguagem o que se encontra na intimidade dos sentidos.












   Esta série examina as cicatrizes, os traumas da carne e a espessura dos seus efeitos na forma e performance artística. Elabora pela prática contemporânea de gravura a expressividade artística.

   Fonte: Curadoria Ana Chaves

sábado, 21 de março de 2026

Casa de Cultura de Itaboraí. Itaboraí RJ.

    A casa de Cultura Heloisa Alberto Torres (CCHT), que leva o nome e preserva o legado da mulher primeira mulher a dirigir o Museu Nacional, grande nome da ciência brasileira, é o principal centro cultural da região de Itaboraí e região.






   Caracteriza-se como um sobrado do final do período colonial, inaugurado em 1810, que ocupa lugar de destaque no Centro Histórico da cidade. Doado ao IPHAN pelas irmãs Heloisa e Marieta Alberto Torres, com todo seu acervo documental, bibliográfico e museológico.






   O espaço preserva a memória de personagens ilustres que fizeram parte da família - como o jurista e sociólogo Alberto Torres, que governou o estado do Rio de Janeiro entre 1897 e 1900 e foi ministro do STF.






   Da mesma forma, a CCHT promove exposições e eventos musicais, teatrais, literários, palestras e debates, oficinas artísticas e culturais, entre outras atividades.






   A gestão da CCHT é composta por equipe da prefeitura, através do Termo de Cooperação Técnica firmado pelo município com o IPHAN.






   A origem do palhaço remonta a cerca de 2500 a.C. no antigo Egito, com figuras que divertiam os faraós.






   Evoluiu através de bobos da corte na Idade Média, bufoēs, teatro grego/romano e a commedia dell arte italiana, que popularizou máscaras e o personagem "arlequim". O termo "palhaço" vem do italiano pagliaccio, ligado às roupas feitas de palha.

   Fonte: Centro Cultural de Itaboraí 
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