terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Manguezal Parte I. Rio de Janeiro RJ.

    Do poder da criação de seres, a lama essencial se torna uma das mais importantes metáforas para pensamentos a arte e seus artistas.












   Moldar o corpo e enchê-lo de sopro e de anima fazem parte das cosmopercepções que constituem o Brasil.












   Os manguezais, por suas características, nos oferecem elementos essenciais, da vegetação macerada no sedimento aos nutrientes carreados pelos estuários, cuja função pródiga é criar e manter vidas na transição entre a terra e o mar.












   Mesclando águas doces e salgadas dos rios e do oceano, eles são fundamentais para o combate às mudanças climáticas, absorvendo o carbono, purificando o ar e a água, protegendo a linha de costa e garantindo a segurança alimentar de muitas de diversas regiões tropicais e subtropicais.












   Essa natureza generosa já foi rechaçada pelo imaginário na falta de conhecimento sobre suas riquezas naturais e culturais. Inundados e secos, doces e salgados e, sobretudo, resistentes, vicejam os manguezais, emanando pensamentos e tecnologias dos povos originários e afrodescendentes, esculpindo, do viçoso e da lama, as crenças, os troncos, as raízes e a vida que se traduzem em música, arte e cultura.

   Fonte: Centro Cultural do Banco do Brasil RJ

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Instituto Inhotim Parte IV Final. Brumadinho MG.

    Em reconhecimento à necessidade de preservar os 145 hectares de reserva, o instituto recebeu do Ministério do Meio Ambiente, em fevereiro de 2011, a classificação oficial de jardim botânico, na categoria C.





   Nesse jardim, estão cerca de 1500 espécies catalogadas de palmeira, a maior coleção do mundo.





   O Parque abriga diversas plantas raras, tanto nativas quanto exóticas.





   Os jardins, que começaram a ser construídos em já na década de 1980, contam com o projeto de Pedro Nehring, que ainda responde pelo paisagismo do Inhotim.





   Entre os anos 2000 e 2004, Luiz Carlos Orsini assinou o projeto paisagístico de 25 hectares.





   Além de 170 obras de arte em exposição, o museu conta com 98 bancos do designer Hugo França. O primeiro banco foi colocado no Jardim em 1990, sob a sobra da árvore tamboril, um dos símbolos do parque. Os bancos são feitos de troncos e raízes de pequi-vinagreiro, árvore comum na Mata Atlântica, são encontrados caídos ou mortos na floresta.

   Fonte: www.wikipidia.org Instituto Inhotim