A arte amazônida não se restringe aos grafismos indígenas transmitido entre gerações e à biodiversidade da região, mas se torna um testemunho vivo de uma conexão intrínseca com o ambiente e ancestralidade dos povos colonizados.
Elementos do patrimônio cultural construído permanecem até o presente, ressaltando a influência europeia através de traços do neoclassicismo, de art nouveau e do ecletismo em fachadas revestidas de azulejos portugueses, além da utilização de ferro introduzido na região.
A mostra estabelece um diálogo entre o processo criativo individual, o exercício pictórico e suas expressões que remetem o ambiente amazônico.
Memórias vividas na região, a população ribeirinha, a fauna e a flora, os povos originários, o cotidiano, a hora da chuva, mangueiras, igarapés, rios e ilhas, a fé, as manifestações religiosas e vários exemplos de arquitetura herdada dos europeus servem de inspiração, dando cor às imagens e as obras aqui expostas.


















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