A arte proporciona, por vias diversas, permuta de valores, de argumentos, de ideias, de sonhos, não exclusivamente entre artistas e público, mas também entre os próprios artistas motivando parceiras que se consolidam fortes e saudáveis.
Marilou Winograd e Mario Camargo de longa data constituíram elos de respeito mútuo, conexões solidárias e empáticas, isto é, sem que isso fosse exigência recíproca.
Assim é que desde seu primeiro trabalho em conjunto, há cerca de 25 anos, estiveram sempre imersos em projetos curatorais expositivos, individuais ou coletivos, seja no Brasil ou no exterior, incentivados que foram por haver uma espécie de complementação entre suas produções e modos de pensar.
Esta mostra, creditada a Winograd, em certa medida comemorativa para ambos, oferece também, por extensão, o resultado do período de comprometimento com inúmeros criadores abraçados por empreitadas realizadas pela dupla que agora, culminam com o convite desta àquele amigo em que se representam qual soma final de todos os encontros já empreendidos por ela.
Esta mostra, creditada a Winograd, em certa medida comemorativa para ambos, oferece também, por extensão, o resultado do período de comprometimento com inúmeros criadores abraçados por empreitadas realizadas pela dupla que agora, culminam com o convite desta àquele amigo em que se representam qual soma final de todos os encontros já empreendidos por ela.
Foram muitos bons momentos compartilhados, e a consequência disso está expressa no que foi idealizado por ela ao mais uma vez se associar a um parceiro de jornada representante de todos que com ele já se uniram em diferentes épocas e ocasiões.
Nessa particularidade de agregar quem está pelo caminho vemos vínculo de suas criações com as anotações que faz: "juntar fotos de obras minhas em processo de construção, lã de acrílico como matéria do precário, algodão cru embebido em tinta industrial e fio de cobre como elemento condutor".
Fonte: Osvaldo Carvalho Centro Cultural dos Correios RJ.





























Muita criatividade na arte exposta do autor.
ResponderExcluirGostei de ver.
Boa semana caro amigo.
Um abraço.
Luiz, qué placer acompañarte en esta segunda parte dedicada a Marilou Winograd y Mario Camargo, donde el arte aparece como ese espacio que permite el intercambio de valores, ideas y sueños entre artistas y público, pero también —como bien señalas— entre los propios creadores. Me gusta cómo destacas esos “elos de respeito mútuo, conexões solidárias e empáticas” que ambos han construido a lo largo de tantos años, sin exigencias recíprocas, solo desde la afinidad y la confianza. También impresiona esa trayectoria conjunta de cerca de 25 años, siempre inmersos en proyectos curatoriales dentro y fuera de Brasil, alentados por esa complementación natural entre sus modos de pensar y de crear. La exposición atribuida a Winograd, “em certa medida comemorativa”, refleja ese compromiso con innumerables creadores y se convierte en la suma final de todos los encuentros que ella ha realizado, una especie de homenaje a la propia historia compartida. Y es precioso ese detalle de las notas de Marilou: “reuniendo fotos de mis obras en proceso de construcción, la lana acrílica… el algodón crudo empapado en pintura industrial y el alambre de cobre como elemento conductor”, materiales que revelan su forma de unir procesos, sentidos y memoria.
ResponderExcluirUn fuerte abrazo, Luiz.
Belos trabalhos. Incríveis e criativos.
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