A chegada da Côrte Porte Portuguesa ao Brasil em 1808 levou Dom João VI a criar, em 7 de abril, O Real Arquivo Militar para proteger documentos importantes da defesa do reino.
O Coronel João Manoel da Silva foi nomeado Diretor, ligando o Arquivo ao Corpo de Engenheiros do Exército até o Século XX.
O Arquivo mudou de nome e localização várias vezes, tornando-se Arquivo Histórico do Exército em 1986 e, mais recentemente, Arquivo Histórico do Exército / Museu Militar Conde de Linhares em 2025.
Ele preserva a memória do Exército e do Brasil, com acervos da Guerra da Tríplice Aliança, da Guerra de Canudos, da Força Expedicionária Brasileira, reconhecidos como Memória do Mundo pela UNESCO, entre outros.
O arquivo realiza atividades de restauração e divulga seus documentos, sendo uma referência na preservação da memória Institucional do Exército e do Brasil.
Responsável pelas atividades de processamento técnico, de forma multidisciplinar, a fim de organizar os acervos e dirimir o ritmo dos efeitos da degradação sobre eles.
Realiza a análise do estado de conservação e acondicionamento dos documentos recebidos para integrar o acervo do AHEx/MMCL, atuando através de métodos científicos (quantitativo e quantitativo) para a sua higienização.











































Hola, Luiz.
ResponderExcluirMuy interesante lo que nos sigues contando de este Museo Conde de Linhares.
Por favor, dime si ves las actualizaciones de mi blog, creo que sigo con problemas.
Un abrazo desde Segovia va camino de Río de Janeiro.
Feliz domingo.
História ao dispor de gerações vindouras.
ResponderExcluirUm abraço
Luiz, qué placer acompañarte en esta nueva entrega del Museo Militar Conde de Linhares, un espacio que siempre presentas con ese cariño tan tuyo por la historia y por Río de Janeiro. Las imágenes de la Justicia Real, con sus símbolos y su solemnidad, muestran una parte importante del pasado brasileño, y me gusta cómo las compartes: con calma, con detalle y con ese orgullo sereno por la cultura de tu tierra.
ResponderExcluirGracias por seguir abriendo estas ventanas que permiten conocer mejor la memoria de Brasil y de Río.
Un fuerte abrazo, amigo carioca.