O primeiro registro escrito sobre a região da atual Paraty é o livro do mercenário alemão Hans Staden, "História verdadeira e descrição de um país de selvagens..." (Marburgo, 1557), que narra a estadia deste por quase um ano em aldeias Tupinambás nas regiões de Paraty e de Angra dos Reis.
Embora alguns autores pretendam que a fundação de Paraty remonte à primeira metade do século XVI, quando de passagem da expedição de Martim Afonso de Sousa, a primeira notícia, que se tem do povoado é da passagem da expedição de Martim Correia de Sá, em 1557. À época, a região encontrva-se compreendida na Capitania de São Vicente.
O núcleo de povoamento europeu iniciou-se no morro situado à margem do rio Perequê-Açu (depois Morro da Vila Velha, atual Morro do Forte). A primeira construção de que se tem notícia é a de uma capela, sob a invocação de São Roque, então padroeiro da povoação, na encosta do morro.
O aldeamento dos Guaianás localizava-se à beira-mar. Em 1636, Maria José Jácome de Melo fez a doação de uma sesmaria na área situada entre os rios Perequê-aço e Patitiba (atual rio Mateus Nunes) para a instalação do povoado que crescia, com as condições de que os indígenas locais não fossem molestados e de que fosse erigida uma nova capela, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Essa sesmaria corresponde à região do atual Centro Histórico da Cidade.
Fonte: www.wikipedia.org Paraty




















































































