Em "O tempo de ontem já é amanhã", Agostinho Moura apresenta uma série de pinturas que convidam o público a desacelerar.
Em um mundo atravessado por crises políticas, sociais e afetivas, a exposição propõe a pausa, o silêncio e o descanso como gestos profundamente poéticos - também políticos.
As obras construem cenas íntimas sentadas à mesa, figuras à janela, corpos negros em momentos de introspecção e cuidado.
Esses personagens são retratadas fora dos lugares historicamente, impostos pela narrativa da dor, do conflito ou da resistência explícita.






















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