domingo, 5 de julho de 2026

Eu Chorei Rios Parte III. Rio de Janeiro RJ.

    A exposição: Eu chorei rios: arte dos povos originários da América, sob a curadoria de Paulo Herkenhoff e Glicéria Tupinambá, é a oitava mostra da FGV Arte.






   Inaugurada em setembro de 2023 na sede da Fundação Getúlio Vargas, a área vem se consolidando com exposições, mediações educativas, cursos acadêmicos interdisciplinares, publicações e diálogos com as comunidades interna e externa à instituição.






   Nomeada em homenagem à obra da artista Keyla Sobral, eu chorei rios traz um diálogo com a exposição anterior l, Adiar o fim do mundo, que contou com a curadoria de Herkenhoff e Krenak.






   Ao deslocar o centro da problemática do antroceno para as diferentes cosmovisões indígenas, a mostra ressalta as tensões entre continuidade cultural e transformação.






   Assim, evidência o risco que os saberes originários da América encontram diante da imposição de uma concepção unilateral - com consequências concretas como a invasão territorial, neoextrativismo, o desmantelamento das demarcações e o apagamento das línguas e culturas.






   Dessa forma, a exposição de Herkenhoff e Tupinambá, em gesto literário contrário, é um convite ao respeito multicultural, à imaginação e à valorização das cosmovisões dos povos originários da América.





   Ressalto-se aqui a beleza, potência e complexidade das tradições orais, ancestrais e pré-coloniais, com a devida homenagem aos povos originários que habitam o continente, a riqueza de suas culturas material e imaterial e o seu patrimônio.

   Fonte: Fundação Getúlio Vargas.

6 comentários:

  1. As esculturas, as esculturas merecem especial realce

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  2. Esta segunda parte é tão boa quanto a primeira.
    Um grande abraço. Tenha um excelente domingo, meu querido amigo carioca.
    O goleiro paraguaio do San Lorenzo foi eliminado da Copa do Mundo na noite passada; boa sorte ao Brasil hoje e veremos o que acontece com a Argentina na terça.

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  3. This looks like a meaningful exhibition. Showcasing Indigenous art and perspectives is a powerful way to celebrate culture, history, and identity. Thank you for sharing—I'd love to learn more about the stories behind these works.
    https://nanajee.com/2026/02/11/where-to-stay-in-bangkok-the-ultimate-guide/

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  4. Luiz, esta tercera parte de Lloré ríos mantiene el tono firme y atento con el que miras la exposición dedicada a los pueblos originarios de América. Señalas cómo la muestra desplaza la mirada hacia sus formas de entender el mundo, y recuerdas los riesgos que siguen enfrentando: invasiones de territorio, explotación sin control, pérdida de lenguas y retrocesos en sus derechos. También subrayas la necesidad de respetar esa diversidad y de reconocer sus saberes, materiales y espirituales, como parte esencial de nuestra memoria común. Tu texto acompaña y defiende sin exagerar, con una claridad que se agradece.
    Un fuerte abrazo, Luiz.

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  5. Luiz, I looked at the following photos from the exhibition with great interest. My friend, I wish you a pleasant Sunday evening!

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  6. Wonderful, thanks for the photos. This exhibition broadens one's horizons.

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