sábado, 21 de março de 2026

Casa de Cultura de Itaboraí. Itaboraí RJ.

    A casa de Cultura Heloisa Alberto Torres (CCHT), que leva o nome e preserva o legado da mulher primeira mulher a dirigir o Museu Nacional, grande nome da ciência brasileira, é o principal centro cultural da região de Itaboraí e região.






   Caracteriza-se como um sobrado do final do período colonial, inaugurado em 1810, que ocupa lugar de destaque no Centro Histórico da cidade. Doado ao IPHAN pelas irmãs Heloisa e Marieta Alberto Torres, com todo seu acervo documental, bibliográfico e museológico.






   O espaço preserva a memória de personagens ilustres que fizeram parte da família - como o jurista e sociólogo Alberto Torres, que governou o estado do Rio de Janeiro entre 1897 e 1900 e foi ministro do STF.






   Da mesma forma, a CCHT promove exposições e eventos musicais, teatrais, literários, palestras e debates, oficinas artísticas e culturais, entre outras atividades.






   A gestão da CCHT é composta por equipe da prefeitura, através do Termo de Cooperação Técnica firmado pelo município com o IPHAN.






   A origem do palhaço remonta a cerca de 2500 a.C. no antigo Egito, com figuras que divertiam os faraós.






   Evoluiu através de bobos da corte na Idade Média, bufoēs, teatro grego/romano e a commedia dell arte italiana, que popularizou máscaras e o personagem "arlequim". O termo "palhaço" vem do italiano pagliaccio, ligado às roupas feitas de palha.

   Fonte: Centro Cultural de Itaboraí 
Ia do Google

quinta-feira, 19 de março de 2026

Bê Sancho. Niterói RJ.

    A exposição "Quem sou?", do artista Bê Sancho, nasce com um diálogo com o livro de Ana Cristina Mendes e Márcia Veiga, que celebra as memórias, os afetos e as pequenas emoções que moldam o nosso caminho.







   Em cada obra/página encontramos a jornalista de crianças curiosas que exploram e descobrem e sobretudo, sentem o mundo.







   Suas descobertas revelam, o encanto da infância das mais diversas, formas do aprendizado intuitivo com a natureza ao entendimento dos valores que emergem nas relações com a família, com o sagrado, com o divino e com os amigos.







   As pinturas de Bê Sancho traduzem, em cores e formas essas, esse percurso estético e poético do autoconhecimento. Com traços expressivos e geometização das formas e uso simbólico das cores e composições que transitam entre o figurativo e o imaginário, o artista constrói imagens que narram visualmente o caminho do menino, de cada um de nós, na busca por compreender o mundo e a si mesmo.







   Cada obra é uma janela aberta para a infância como território de aprendizado, ternura e encantamento, onde natureza, espiritualidade e laços humanos se conectam com gestos de afeto e imaginação.







   Bê Sancho, artista nascido na cidade de Nova Friburgo RJ, Brasil, que escolheu Niterói RJ para morar e desenvolver seu trabalho de artista visual, curador de arte, professor de História e pesquisador suas obras carregam, memórias afetos e questões e questões étnico-raciais que são frutos de pesquisas e vivências nas comunidades periféricas onde lecionou.

   Fonte: Museu do Ingá